terça-feira, 30 de março de 2010

Taheya Karioca

Depois de quebrar a cabeça por 1 mês (siiiiim, 1 mês pra entender o funcionamento de 1 passo!!!), consegui identificar o que a Taheya Karioca faz em uma parte do vídeo que anteriormente eu tinha pedido ajuda a vocês, a opnião.
O passo é de 0:45 até 0:56, pelo que EU ENTENDI é um micro-ovinho (beeeeeeeeeeeem micro!) com shimmie e tudo isso deslocando.

Vídeos da Lucy



Braços

Que a Randa tem sido uma grande influência na dança do ventre daqui do Brasil não é novidade alguma, mas ela não é conhecida no próprio Egito... Randa faz muito mais sucesso fora do Egito do que dentro do Egito, serve o mesmo para Soraia Zaied. Ambas não são conhecidas lá.
Enfim, voltando a Randa... se procurarmos por vídeos de dança do ventre brasileiros vamos ver várias imitações de Randa por aí seja pelo trabalho de perna, seja pela força e agora são os braços!
Váááárias bailarinas pelo Brasil a fora estão usando os braços alongadíssimos que a Randa tem, o problema não é o alongamento em si, porque de fato ele é maravilhoso, e sim a falta de trabalho de braços e eles estão ficando grosseiros.
Porque a única coisa que temos que aproveitar da Randa com relação aos braços é o quão alongados eles são, e nada mais! Ela NÃO TEM trabalho de braço, ela tem MOLDURAS, posicionamento, aonde e como coloca-lo mas não como movimenta-lo!
Eu sou fã dela de carteirinha, mas tenho plena noção disso de que esse é um dos pontos fracos dela, e o braço tem que ser molinho, suave, mas não significa que ele tenha que ser morto e ficar com bracinhos de "galinha" enquanto dança, NÃO É ISSO!
Se você quiser estudar trabalho de braço vá atrás da Lucy, A EGÍPCIA, ela sim tem os braços suaves e perfeitos, e olha que eu não sou grande fã dela mas admito que ela tem um trabalho de braço maravilhoso.

domingo, 28 de março de 2010

Aviso!

Oi meninas!
Escrevendo este aviso pra comunica-las que o blog, infelizmente, não está sendo atualizado nos dias programados pois ando a mil resolvendo os problemas do próximo espetáculo, mas logo logo tudo entrará em ordem novamente.
Muito obrigada pelo carinho de todas!
E sejam bem-vindas as novas seguidoras do blog, é uma honra e um prazer tê-las aqui! ^^

sexta-feira, 26 de março de 2010

Maquiagem

Taheya Karioca

Estava conversando com uma aluna-amiga (Caroleta!)sobre a Taheya Karioka, do trabalho de quadril dela, a suavidade, sua elegância, a dança da Taheya de modo geral, e mostrei para ela alguns dos movimentos que eu estudei aqui com vocês, pelo blog, e que me chamaram bastante a atenção pelo efeito, pela beleza, enfim... ela achou que o passo era da Samia Gamal, de fato, as duas tem um trabalho de quadril que segue a mesma linha de raciocínio com o quadril projetado nos ísquios, e também de fato elas usam os mesmos passos algumas vezes e pelo que eu saiba elas eram companheiras de dança, então nada mais do que normal elas terem passinhos parecidos.
Um dos passinhos que ambas usam dão 3 passinhos, no 4º tempo com um dos lados do quadril ela faz como se fosse um mini oito pra frente e depois encaixa no cóccix, muuuuiiiitíssimo leve e sutil, e já com essa perna use para se deslocar novamente. Outro passo que a Taheya usa que eu raramente vejo sendo usado é o oito egípcio, ou oito pra cima, sendo usado como deslocamento para lateral, mas é extremamente suave e no vídeo ela alterna a altura, e ela usa demais o chamado camelo egípcio que é aquele camelo que não tem popozão, é único e exclusivamente só quadril.

Continuando na linha do Jazz

Andei vasculhando o youtube por esses dias, pra saber o que anda rolando no mundo D.V., e de fato várias são as bailarinas que usam tanto o jazz quanto o balé na dança do ventre, tanto bailarinas famosíssimas quanto anônimas, repito novamente o problema NÃO é usar tanto uma dança quanto outra, mas sim abusar das mesmas!!!!
Tá insuportável assistir vídeos e as bailarinas quicando pra pegar impulso e jogar a perna no alto, ou pra marcar a música com vários pulos e sem contar que giram mais da metade do tempo da música, aí lhes pergunto "CADÊ A DANÇA DO VENTRE?".
Existem bailarinas de dança do ventre que são formadas em balé clássico, por exemplo, e nem por isso ficam quicando que nem uma bola de basquete ou tentam contorcionismo, colocando o pé na cabeça, e você percebe que ela é bailarina clássica por conta da sua postura enquanto dança e não porque ela tenta fazer contorcionismo ou pulando que nem uma bola de basquete!
Cadê o quadril meu povo? Cadê? Por favor, alguém avise a esse povo que é dança do ventre e não dança de roda!

Dançando em casa - Véu

Para Deborah!
O que mais acontece nos vídeos de dança e apresentações por aí, a bailarina entra linda no palco com o véu, faz uma entrada fabulosa de arrancar suspiros da platéia e ela parece uma fada, um ser de um mundo mágico que veio só pra nos encantar, aí ela junta o véu e joga pra um canto da sala como se fosse um bolo de roupa suja, pronto é a primeira quebra do encanto.
E com relação a isso, como deixar o véu depois de uma entrada de música clássica vai depender da tua criatividade, você pode entrega-lo pra alguém mas muito cuidado nessa parte é melhor entregar pra uma amiga, uma aluna, uma criança, uma senhora, alguém que você conheça caso não tenha ninguém que você conhece e tenham casais no ambiente entregue pra MULHER mas o melhor mesmo, caso só tenha casais é deixar no chão, você não tá afim de levar porrada durante a apresentação, né?!
Se você estiver com o véu na frente você pode puxar ele pra cima e já passa-lo pra trás de você e solte-o, aí ele vai cair atrás de ti e ainda desenhando o movimento. Pode pensar em fazer uma descida com o corpo e o véu acompanhar essa descida e já fica no chão, o segredo é usar um trabalho de véu e criar uma situação pra deixa-lo em um canto da sala (senão você irá pisar nele e vai cair) de forma que fique elegante, ou você aproveita um acento da música pra solta-lo de forma mais graciosa possível.
E isso é uma coisa que você vai ter que treinar em casa sozinha, se você estiver dançando com o teu véu e você o soltou e se sentiu um peão de obra largando a ferramenta, para tudo e troca! Mas se você soltou o véu e achou que ficou legal e interessante, tente repeti-lo pra que ele fique natural e limpo. E também pode parecer besteira mas é importante você criar um "vínculo" com o teu véu, saber como ele funciona de fato e acreditem isso muda de véu pra véu.

Saidi

Procurando uns vídeos de saidi pra mostrar alguns movimentos pra vocês e explica-los, encontrei um que eu simplesmente babei. As meninas foram super criativas, com uma leitura maravilhosa e impecável. Vááááriiios movimentos que podemos estudar, nesse vídeo está recheado!
Esse vídeo é de uma competição que aconteceu na Hungria em 2009, uma competição nacional. Espero que gostem!

terça-feira, 16 de março de 2010

Taheya Karioka

Ela usa um redondo médio bem exagerado no cambree, nos ísquios, para se deslocar, girando em torno de si, ela faz isso para mudar de direção. Partindo do redondo médio também, percebi que ela faz meio redondo médio, só frente, e quando chega na lateral oposta ela faz um camelo para voltar pro ponto inicial mas tudo extremamente suave e fluído.
O tremido que ela faz, confesso que eu ainda não entendi de onde ele vem, percebi o desenho mas de onde ela tira ele eu não entendi ainda, aii... que desespero!!!
Também tem um outro trabalho de quadril que ela fez que também me deixou encucada, está na parte 3:58, me ajudeeeeem!!!!
Outra coisa que eu percebi na Taheya que não importa de quando o vídeo é ou que música ela esteja dançando, ela JAMAIS perde a pose, a elegância e a fluidez dela.

JAZZ!!!!

Eu sou suspeita pra falar, pois fiz jazz por 2 anos e meio e eu amo de paixão esse estilo de dança e uso na minha dança, com certeza!
Mas o que eu tenho visto em alguns vídeos pelo youtube é que as pessoas estão usando somente o jazz, estão esquecendo que é dança do ventre, música árabe, quadril, a expressão, a leitura fiel ao acordeon, violino, ao derback, meu Deus!
Sinceramente, tenho visto vídeos de dança que eu realmente me pergunto "tá, o jazz tá lindo... mas cadê a dança do ventre?", a bailarina só fica girando e girando, e gira mais um pouco, e roda pra lá, roda pra cá, perna em cima, pé na cabeça, faz bananeira, e sobe a ponta, e faz ponte e gira de novo porque faltou giro, e gira mais um vez, nem quando eu fazia jazz eu girava tanto como eu tô vendo nos vídeos.
Acho que nós temos que aproveitar o jazz para deslocamentos, mas SOMENTE QUANDO A MÚSICA PEDE, e fazer trabalho de quadril que é o que mais tá faltando nesse povo e quando fazem trabalho de quadril é por 30 segundos no MÁXIMO e e mais 3 minutos de deslocamentos, sem contas os 3 minutos antecedentes ao quadril. Tá brava a coisa!
E os chutes ao gol?!!?!?!?!?!! A bailarina vai fazer o básico egípcio e na hora de relaxar a perna, ou chutinho, é quase uma cobrança de pênalti! Horrível! Ou um deslocamento simples, aí joga a perna lá em cima não sei se é pra mostrar que depilou antes da apresentação, ou se é pra mostrar que a unha tá feita, sinceramente não entendo!
Não estou falando que não podemos aproveitar o balé ou o jazz, mas estou dizendo que não devemos abusar e fazer somente aquilo, não esqueça que é DANÇA DO VENTRE que de dança com a música árabe!

sábado, 13 de março de 2010

Saidi

No post passado sobre Saidi, falamos um pouco da história, estrutura do rítmo, vestimenta, e acessórios utilizados, e hoje vamos falar sobre alguns movimentos básicos da dança saidi.
Em uma música clássica e vai entrar o ritmo saidi (DUM TAK DUM DUM TAK), já vamos nos preparando para a mudança de ritmo e pare na posição do básico egípcio e quando ritmo começar marque o primeiro DUM para baixo, no TAK suba-o e no DUM DUM faça uma "escadinha" com o quadril, ou seja, faça 2 batidinhas curtas e no último TAK relaxe a perna a frente.
Em uma música folclórica normal, trabalha-se também muitos giros com a bengala, de um lado, passando de um lado para o outro, acima da cabeça, fazendo um oito na horizontal a frente, a bengala ainda pode acompanhar os desenhos de quadril e deslocamentos, é uma grande brincadeira. Todo movimento que nós aprendemos no básico podemos usar no saidi.
Sem contas os famosos pulinhos do saidi, com a perna dobrada mas com o pé fazendo ponta, pule para cima fazendo com que a perna fique na diagonal contrária, ou com uma perna a frente e outra atrás, ou pular com as duas pernas bem juntinhas marcando DUM lateral, TAK frente, DUM DUM lateral, e TAK frente de novo.
O segredo do saidi é bem simples, pegue a sua bengala e cantarole o ritmo, DUM TAK DUM DUM TAK, e brinque dentro dele, pisadas, como girar a bengala, como trabalha-la, etc.
Nesse vídeo podemos ver várias das dicas que eu acabei de dar e outros passinhos que possamos estudar.

Maquiagem - Make up

Taheya Karioka

Uma coisa que eu percebi assistindo a Taheya Karioka é que ela dança com o quadril projetado nos ísquios, não chega a ser tanto quando a Samia Gamal, mas dá pra ver claramente que ela projeta o quadril. O que eu também já havia comentado um pouquinho a respeito sobre o arabesque, ela usa muito tanto para deslocamentos quanto para emendas de passos (eu sempre adorei esse mas não sabia se alguma bailarina antiga usava, me supreendi!).
Camelo, a Taheya usa e abusa do camelo mas uma coisa que eu percebi que ela faz como se fosse uma seta /\, na primeira parte ( / ) ela começa um camelo, projetando o quadril quando chega no meio da seta ela faz um leve encaixe e do outro lado ( \ )ela volta o quadril, SEM EMPINAR O BUMBUM, e já o projeta de novo para repetir o passo.
Bons Estudos!

terça-feira, 9 de março de 2010

Quadril seco

Continunando na linha do quadril seco e bem marcado, apartir dessa mesma noção do quadril seco vindo da contração muscular podemos trabalhar outras partes do corpo como o abdomen podendo ser feito nas laterais, em cima e embaixo, e também nas pernas pra alguns deslocamentos e até mesmo o tremido vindo da contração muscular.
A bailarina brasileira que eu vejo que mais usa isso é a Aziza Mor Saidi, em vários vídeos dela você pode ver ela usando a contração muscular mesmo ela sendo mega delicada não fica uma coisa "grosseira" e forte como a da Randa por exemplo, é como eu já tinha dito anteriormente temos que estudar pra controlar os músculos e também controlar a intensidade da contração.
Não é uma coisa difícil só requer controle corporal ou tico e teco, como eu brinco com as minhas alunas. Repito que não devemos usar em todos os momentos da música, todas as batidas que escutamos, só quando é uma batida mais forte, mais seca, o rítmo pede. Sente no chão ou na sua cama e vá tentando contrair alguns grupos musculares do teu corpo, e treine um pouquinho todos os dias e ele vai saindo, você vai dominando e depois você tenta fazê-lo com o passo mais simples e por aí vai.
Aqui tem um vídeo da Aziza dançando aonde vocês podem perceber o trabalho de contração que ela faz.

Dançando em casa - Trabalho de busto

É uma coisa bem simples, mas extremamente charmosa e pouco usada, não só busto mas ombro e a região do tórax em geral.
Você pode pensar em colocar o peito pra frente e pra dentro, e treinar um pouco isso pra começar a separar o tronco do quadril, que é o que mais acontece se vai mexer um lado mexe tudo. E um outro exercício que pode treinar é pensar em mexer o tronco pra esquerda e pra direita. Quando você sentir confiança nesses dois movimentos experimente fazer um losango com o peito, bem devagar pro corpo associar bem os 4 pontos a serem trabalhados sem mexer o restante do corpo, primeiramente bem marcado e pensando em cada ponto, quando você sentir que não tem problemas comece a deixa-lo arredondados, de vez ser um ponto pense nele como uma leve voltinha, até ele se tornar um redondo. E também pode trabalhar com o peito desenhando um M, pensando em marcar cada pontinho do M.

Rítmo Saidi


DUM TAK DUM DUM TAK

O rítmo saidi vem do norte do Egito, a formação dele é de 4/4 com o primeito DUM muito forte e bem marcado, é marcado pelo "mismar", uma flauta (parece um zumbido de mosquito), é um rítmo folclórico bastante usado em músicas clássicas, percussão e modernas também, sendo que nas modernas o rítmo não é tão forte e não tem o mismar, aí dançamos como moderna mesmo, já nas músicas clássicas o saidi aparece por um tempo e tem a presença do mismar aí somos obrigadas a dança-lo como dança folclórica mesmo, mostrar para o público que aquela parte é diferente, que aquilo é um saidi e maneira que se dança aquele rítmo em específico. E até mesmo no solo de percussão você tem que mostrar o saidi, mesmo que não tenha o mismar, mas a bailarina deve mostrar o rítmo no quadril.
A dança saidi vem de uma sátira ao Tahtib, que é a dança masculina, pois os homens dançam imitando uma luta com os seus bastões e bengalas, que usavam para pastorar seu rebanho, e as mulheres eram proíbidas de participar e elas só observavam de longe e os imitavam, daí foi que veio a dança saidi. É uma dança muito alegre, com muito pulinho e marcações no pé,geralmente dançado com bengala ou bastão ou pandeiro, seus vestidos normalmente são longos e simples e algumas usam um lenço amarrado na cabeça.
E é também dançado descalça e com o pé no chão.

Aviso!'

Oi meninas! Desculpe pela falta de postagem nesses últimos dias mas estava com problemas pessoais e não tive tempo de postar, mas já estou preparando o material e logo logo eu posto!
Bjos!

domingo, 7 de março de 2010

Maquiagem - Make up

Outro vídeo que, infelizmente, acabou atrapalhando o visual do blog. Mas aqui está o link pra vocês conferirem essa maquiagem maravilhosa.

http://www.youtube.com/watch?v=xsSCwvqLCCk&feature=player_embedded

terça-feira, 2 de março de 2010

Bailarina escolhida - TAHIA KARIOKA


Tahia Karioka تحية كريوكا


1915 - 1999
Uma bailarina de muita, mas muita, classe mesmo! Delicada, e com uma dança extremamente fluída e calma, os braços trabalham em movimentos simples sempre juntando a frente do corpo e subindo, não são muito alongados, ao natural. Seu quadril é bem leve e delicado, mas sempre preciso, com trabalho de quadril nos ísquios, usando muito camelo e oito para trás. Outro passo que eu achei que é a marca da Taheya é o redondão com os ísquios bem marcados, ela não vai tanto para trás trabalha mais a frente do corpo, e ela faz meio redondão e depois sim ela faz um redondão completo mas sempre sem empinar o bumbum, pra isso ela inclina mais o tronco para trás para equilibrar. Vi passos também que as bailarinas atuais usam, como o birrinha ou gueixa ou tremido na ponta do pé desenhando um oito para trás, Randa e Nur usam muito isso, seu arabesque também é como fazemos nos dias de hoje, a mesma coisa.
E esses são os passos de hoje, a estudaremos por esse mês e o próximo, então bora aproveitar e estuda-la ao máximo e aproveitar tudo de bom que ela tem a nos oferecer.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Quadril seco

Como eu já havia avisado em fevereiro, apartir do mês de março o blog mudaria um pouquinho, pra melhor lógico!
E hoje vamos falar sobre as tendências no mundo dança do ventre, a moda, o movimento mais usado, a linha de estudo que está bombando no momento.
O que eu reparei nesses vídeo que eu tenho visto, principalmente pelo youtube, é com relação ao quadril, os movimentos mais secos que normalmente são acompanhados de contração muscular. É lindo um quadril bem marcadinho, marcações secas, é maravilhoso, preciso! Mas tem momentos na música que precisa de um quadril mais molinho, mais redondo, mais suave, quando a música pede como um baladi por exemplo.
Então, o quadril mais seco é uma influência, principalmente, da Randa Kamel, pois ela contrae os musculos do bumbum e da coxa ao mesmo tempo que ela trabalha o quadril, e dá para ver isso nos dvds dela de shows, seja numa batida lateral simples, seja num básico egípcio, souher, não importa o passo desde que combine contração muscular com trabalho de quadril. Para questões de estudo é pensar em contrair e controlar a intensidade dessa contração, pensar em cada lado separadamente e também juntos, tanto do bumbum quanto das coxas. Mas não é legal quando a bailarina usa essa técnica sempre, fica enjooativo porque a música não é sempre "seca", forte, é preciso mesclar os dois, um quadril mais molinho e o mais seco, para que fique uma dança mais interessante e completa.
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